Bem Vindos !

Quando era criança, na minha aldeia, ouvia com frequência a expressão dos mais simples objectivos das pessoas «haja pão e coza o forno». Realmente, havendo «saúde e alimentação», tudo acaba por ser resolvido. Decidi, por isso, guardar neste espaço, tudo o que estiver guardado nos blogs a que tenho acesso e o que venha a obter sobre este tema, com a convicção de que a saúde depende muito da alimentação e do estado de espírito. (A.João Soares)

sábado, 11 de março de 2017

ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA TORNA PORTUGAL EXEMPLAR




Lei portuguesa é notícia lá fora. Portugal visto como um exemplo 
 Transcrição de notícia de GORETI PERA

Em causa está a aprovação de uma proposta que dita a introdução de menus vegetarianos nas cantinas públicas.

“É ilegal não disponibilizar pratos vegetarianos nas prisões, escolas e hospitais em Portugal”. É este o título de uma notícia difundida esta sexta-feira pelo jornal britânico Metro e que chegou ao top das mais lidas.

A aprovação no Parlamento da proposta do PAN, que determina que se introduzam opções vegetarianas nas cantinas públicas, causou surpresa no Reino Unido.

Na notícia criada a propósito da nova lei portuguesa, o Metro UK dá conta de que derivou de uma petição da Sociedade Vegetariana Portuguesa – ‘Petição pela inclusão de opções vegetarianas nas escolas, universidades e hospitais portugueses’ – que recolheu mais de 15 mil assinaturas.

O jornal recolheu inclusivamente a reação do porta-voz da Sociedade Vegetariana Portuguesa, que se congratulou com a decisão dos partidos. Recorde-se que a proposta do PAN recebeu os votos favoráveis do PS, Bloco de Esquerda CDU e a abstenção do PSD e CDS.

“Sentimos que este é um grande avanço em Portugal, porque é a primeira vez que temos uma lei que menciona especificamente o vegetarianismo. Vai promover a diversidade de hábitos alimentares e incentivar mais pessoas a escolher a opção vegetariana”, afirmou Nuno Alvim.

Uma petição semelhante no Reino Unido angariou, desde outubro, 16.560 assinaturas, mas precisa de 100 mil para ser debatida no Parlamento. Acredita-se que o exemplo de Portugal possa ser um incentivo para que uma lei semelhante possa ser criada no Reino Unido.

SEMENTES DE MAMÃO SÃO BENÉFICAS PARA A SAÚDE


video

Ouça o vídeo com atenção e tome nota da forma de preparar.

sexta-feira, 10 de março de 2017

O regime Paleolítico: regressemos à idade da pedra!


 Menos doenças, mais energia, menos barriga.
 Estas são as promessas do regime paleolítico, 
que advoga um retorno à alimentação dos
 nossos antepassados caçadores-recoletores.

O nosso código genético moldado, por milhões de anos de existência, determina as nossas necessidades nutricionais.

 Hoje assiste-se a uma inadaptação cada vez mais flagrante entre o meio ambiente e o nosso património genético.

É surpreendente constatar que o nosso genoma é quase idêntico ao do caçador-recoletor do período Paleolítico. O nosso património genético está perfeitamente adaptado ao meio ambiente e ao modo de vida dos nossos antepassados: alimentação composta em dois terços por produtos de origem vegetal e em um terço por produtos de animais selvagens – peixe e caça, com actividade física regular e intensa.

 Conclusão: a nossa herança genética hoje está completamente inadaptada ao estilo de vida moderno: alimentos hiper refinados, hipercalóricos e inatividade física generalizada.

 Os cereais só apareceram com o advento da Agricultura, e o período Neolítico, há cerca de 10.000 anos, enquanto a agricultura animal apareceu pela primeira vez há 7.000. O que quer dizer que até muito recentemente não havia nem cereais nem produtos lácteos, nem açúcar nem óleos vegetais. Ora o que a evidência cada vez mais sugere é que o divórcio entre a nossa dieta moderna e estilo de vida, e os nossos ainda muito paleolíticos genes, é responsável pela maioria das chamadas doenças da civilização que cada mais nos atingem: obesidade/sindroma metabólico, diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, hipercolesterolémia, doenças auto-imunes, osteoporose, doenças degenerativas e cancro.

 Antes, na altura em que o homem praticava a alimentação e o modo de vida paleolítico, não se conheciam praticamente estas doenças. 

Sabendo-se que a mortalidade infantil era alta devido à falta de condições de assistência ao parto, a taxa de mortalidade do homem Paléo era fraca até aos 40 anos. Fora da mortalidade infantil, morria-se em média aos 72 anos. o que é notável se levarmos em linha de conta que os antibióticos não existiam – o Fleming só apareceu em 1928…- e ao mais pequeno arranhão contraía-se uma infecção que podia depois resultar em septicémia e morte. 

 Assim, em 70% dos casos as mortes aconteciam como resultado duma infecção ou duma doença intestinal, em 20% dos casos na sequência de atos violentos ou acidentes, e só em 9% dos casos a morte resultava de doenças degenerativas (Gurven, M. and Kaplan, H. (2007), Longevity Among Hunter-Gatherers: A Cross-Cultural Examination. Population and Development review, 33: 321-365). 

Comer “Páleo” em 2015, significa adoptar uma alimentação simples à base de produtos naturais não transformados: carne (se possível oriunda da agricultura biológica, alimentada portanto de erva, sem antibióticos ou anabolizantes e privilegiar a de caça), peixe (se possível selvagem), ovos, frutas (evitar os sumos e as tropicais - banana, papaia, manga e ananás), vegetais, legumes (em número reduzido), nozes e amêndoas, batata doce, castanhas e inhame entre outros, deixando completamente de lado cereais, produtos lácteos e açúcar. 

O Prof. Doutor Manuel Pinto Coelho, 66 anos, médico, licenciado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, consagra a segunda parte da sua Vida a ajudar as pessoas a envelhecer de forma saudável, de maneira a conseguirem chegar “novas a velhas”, como diz. Doutorado em Ciências da Educação pela UTAD, Diplomado em Medicina anti-envelhecimento pela Universidade Autónoma de Barcelona e representante na Europa da Inflamaging Physician Network, está empenhado não só a tratar doenças, mas, antes de tudo, a preveni-las, ajudando as pessoas a atingir níveis superiores de bem estar, retardando e mesmo invertendo o processo de envelhecimento.


fonte : https://www.doutorpintocoelho.pt/noticia.php?id_not=27

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

ALIMENTAÇÃO CONTRA O CANCRO


Extracto do artigo com mesmo título, de Pedro Graça, na Revista Visão

... Felizmente, 1 em cada 3 cancros, pode ser prevenido através de comportamentos simples de adoptar.

-cessação do consumo de tabaco,
-redução do consumo de álcool,
-adoção de uma alimentação saudável e
-prática regular de exercício físico.

A eficácia destas medidas será tanto maior quanto mais precocemente se inicie, preferencialmente logo na infância.

Do ponto de vista alimentar, 10 medidas são consensuais para se reduzir o risco de ter cancro:

- Optar por cereais integrais sempre que possível (arroz, flocos de aveia ao pequeno almoço, pão de mistura ou integral…);

- Integrar diariamente leguminosas na sopa ou no prato (feijão, grão, lentilhas, ervilhas, favas…); - Consumir diariamente 400g ou mais de hortícolas e frutas variadas;

- Limitar o consumo de alimentos ricos em calorias (com teores elevados de açúcar e gordura) – Por exemplo produtos de pastelaria como croissants ou barras de chocolate.

- Evitar bebidas açucaradas de qualquer tipo, por exemplo, refrigerantes ou néctares de fruta muito doces.

- Reduzir o consumo de carne processada (enchidos, carne de fumeiro, chouriços, salsichas, carne enlatada…) para momentos ocasionais ao longo do mês, e reduzir o consumo de carnes vermelhas (vaca, porco, cabrito…) para valores até 500g por semana;

- Evitar alimentos ricos em sal. Por exemplo, recusando pratos com muito sal no restaurante como sopas. Ou aperitivos como pipocas salgadas no cinema.

- Se consumir álcool, limitar o seu consumo. De um modo geral, não consumir bebidas alcoólicas é benéfico para a prevenção do cancro.

- Evitar processos culinários que aumentam a presença de substâncias indutoras de cancro, como a fritura excessiva ou a carne de churrasco muito queimada e escurecida.

- Manter o peso adequado, pois existe uma relação clara entre o excesso de peso e certos tipos de cancro. Limite o tempo que passa sentado...

ALIMENTOS E BEBIDAS A EVITAR


50 alimentos e bebidas a evitar
Transcrição de texto de VÂNIA MARINHO

Pela sua forma e bem-estar, mas especialmente pela sua saúde, evite ao máximo os alimentos presentes na galeria abaixo.

Há 50 alimentos e bebidas dos quais deve fugir, que deve começar já a tentar eliminar da sua dieta. São, por ordem alfabética:

Açúcar, Adoçante de milho, Adoçantes, Águas com sabor, Álcool, Arroz, Bacon branco, Barras de cereais, Batatas fritas de cadeias de restaurantes de fast food, Batatas que não sejam orgânicas, Batidos de fruta consumidos em cafés ou restaurante, Bebidas com sabor artificial de fruta, Bebidas energéticas, Bolachas, Bolachas de arroz, Carne vermelha, Carnes processadas, Cereais de pequeno-almoço açucarados, Chá gelado ou café gelado industrializados, Chantilly, Chocolates, Churrasco, Congelados, Donuts, Geleias industrializadas, Glutamato monossódico, Gomas, Ketchup, Leite de vaca, Linguiça, Massa de bolo pronta, Molho de ostra e molho de soja, Muffins e cupcakes, Noodles ou sopas instantâneas, Óleos hidrogenados, Pão branco, Pasatas de chocolate, Pickles, Pipocas de micro-ondas, Pizza congelada, Presunto, Queijos maturados, Refrigerantes, Salmão de cativeiro, Salsicha, Snacks salgados como batatas fritas empacotadas, Sopa de pacote, Sulfitos, Sumos de fruta engarrafados, Tomate enlatado.

Sabe, certamente, que a alimentação pode ter um grande impacto na sua saúde.

Tem a oportunidade de fazer dela a sua maior aliada, apostando em alimentos naturais e saudáveis ou cair na tentação e nos enredos da comida industrializada, que só o prejudica.

Se quer viver mais e com saúde, há alimentos que deve evitar, pelo excesso de sal, açúcar, gorduras saturadas ou substâncias tóxicas.